Suposta espionagem vira desavença entre EUA e empresa de tecnologia chinesa

A Huawei hoje é a maior fornecedora de equipamentos de rede do mundo e a segunda maior fabricante de smartphones. Recentemente, a empresa perdeu acesso a softwares e componentes produzidos nos Estados Unidos sob acusação de espionagem. O presidente Donald Trump alega que a empresa colabora com o governo chinês dando informações, enquanto a China ambiciona se tornar uma superpotência tecnológica.

A gigante chinesa apresentou uma moção legal com o objetivo de declarar inconstitucional a lei de defesa dos EUA que impede que a Huawei faça negócios com empresas americanas. Até o momento, o governo americano mantêm a pressão e não reconhece a moção.

Essa proibição pode interromper o lançamento do 5G no mundo inteiro. Essa tecnologia vem sendo cotada para alavancar carros autônomos e até cirurgias robóticas. O fundador e presidente da Huawei, Ren Zhengfei, chegou a alegar em entrevistas que o 5G se trata de algo que beneficiará a sociedade e não uma bomba atômica. Segundo ele, os EUA os fizeram de alvo por punição, já que a tecnologia apresentada é mais avançada que a americana.

A especulação é que o próximo “ataque” nesta guerra seja contra a Apple. Na China, a Huawei é vista como uma empresa que representa a marca do país no mercado internacional. A Apple funciona da mesma maneira em relação aos Estados Unidos. Logo, não seria descabido a empresa chinesa concentrar sua “vingança” nos smartphones da concorrente americana.

Fontes: El País/Estados de Minas Digital/G1

Chip implantado no corpo já é realidade no Brasil

O futuro está entre nós. Várias vezes em filmes de ficção científica vimos que chips eram implantados nas pessoas por variados motivos e, na maioria das vezes, pensávamos que isso era uma realidade muito distante ou que talvez nunca fosse acontecer. Mas erramos, porque ela já faz parte do presente.

Problemas básicos como esquecer as chaves ou a carteira não são mais um transtorno em um mundo onde o chip é uma realidade. Em alguns países como a Suécia, a implantação de chips é prática comum. Os microchips substituem chaves e podem até fazer pagamentos somente com a aproximação das mãos.

Essa inovação tenológica já é vivida por alguns brasileiros e é, nada mais do que a implantação de um chip do tamanho de um grão de arroz entre o polegar e o indicador. Esse chip é chamado de biochip e tem duas partes. Uma parte de memória, onde dados de saúde e arquivos são armazenados, e outra criptografada que guarda senhas e códigos de acesso.

Em nosso país, essa tecnologia ainda chega de maneira tímida e é usada por aquelas pessoas que amam inovações. As ações que o chip realiza são possíveis por causa da Near Field Communication (NFC), que é um padrão de comunicação sem fio que consegue fazer a troca de dados em curtas distâncias. Alguns celulares e maquininhas de cartão já usam essa tecnologia.

Conseguir usar essa tecnologia em casas, veículos e empresas é o plano, mas a tecnologia ainda está em andamento. Os funcionários da Project Company, que é a empresa que fabrica e vende esse chip, já conseguem usar essa tecnologia para entrar no escritório da empresa.

Fonte: Agência da Notícia

Automatização de estoque dá retorno positivo para empresas

Gestão de estoque automatizado é uma tendência que cresce a cada dia entre as indústrias. Apostar nesse recurso traz inúmeros benefícios para os negócios, como aumentar a eficiência e melhorar a precisão dos processos.

Investir na gestão automatizada do estoque por meio da adoção de um software de gestão também é uma forma de integrar todas as áreas da manufatura, diminuir o retrabalho, reduzir custos e ter apoio na tomada de decisões.

Outro ponto que beneficia os departamentos responsáveis pelo controle e pela gestão de estoque é que esse tipo de software é escalável, ou seja, pode ser atualizado para acompanhar o crescimento da empresa conforme a necessidade.

Isso faz com que a gestão de estoque automatizado seja acessível para diferentes tipos de organizações, independentemente de seu porte e de sua complexidade.

A automatização de processos deve ser considerada pelas empresas, principalmente por oferecer uma visão clara de tudo o que está acontecendo no negócio, permitindo que os gestores tomem decisões com base em dados mais acurados.

Fonte: Totvs

Com o sistema da ACID, você poderá:

– Verificar quanto tem de estoque em tempo real;

– Fazer auditoria no estoque em tempo real e diariamente;

– Conferir nas expedições;

Saiba mais em www.acidinformatica.com.br

IOT pode melhorar segurança na produção industrial

A internet das coisas ou, do inglês, internet of things (IoT) é a tecnologia responsável pela quarta revolução industrial, também chamada de indústria 4.0. Você já sabe como esse movimento pode contribuir para a segurança nos processos produtivos?

A automação de processos, característica mais destacada das aplicações da IoT, baseia-se em tecnologias avançadas e inteligentes. Mais do que tornar a produção mais rápida e menos custosa, as soluções existentes contribuem para evitar acidentes e falhas.

Assim, também permite o melhor uso dos recursos da empresa, além de propiciar o seu sucesso. A IoT prevê a aplicação de tecnologias avançadas no chão de fábrica. Para tanto, promove uma transformação a partir da adoção de soluções que otimizam diferentes etapas do processo produtivo.

86% das indústrias já adotam soluções de IoT para o segmento industrial. Isso acontece porque a IoT possibilita a criação de máquinas inteligentes. Conectados a sensores e sistemas, os equipamentos da indústria são munidos da análise de dados para monitorar e automatizar o processo produtivo.

E isso inclui o acompanhamento de fatores relacionados à segurança desse processo, a proteção de dados e de patrimônio. O que é possível porque novas tecnologias conseguem detectar irregularidades, emitir alertas ou promover alterações que corrijam a situação em busca do resultado esperado.

Por exemplo, o uso de câmeras no monitoramento de processos produtivos e de todo o perímetro de uma indústria não é novo. A questão é que com a IoT, essas soluções podem ser operadas remotamente.

As imagens capturadas pelas câmeras são transmitidas via internet a uma central de inteligência que não demanda uso de cabos e é de fácil implementação. A tecnologia também permite dar zoom ou mudar o ângulo das câmeras sempre que necessário.

Assim, torna-se mais fácil acompanhar áreas de alto risco, bem como identificar situações que comprometam a segurança no processo, corrigindo-as rapidamente.

Fonte: Alert

Big Data é opção para auxiliar nas vendas

O volume de dados no mundo dobra a cada dois anos, segundo análise feita pelo IDC Digital Universe Study, o que significa que já estamos submersos em informação. A realidade é que com tanta coisa nas redes, muitos executivos sentem na verdade estar perdendo oportunidades fundamentais para suas companhias. Big Data para vendas quer resolver isso, injetando informação no relacionamento empresa-cliente com eficiência.

Análises poderosas permitem que gestores visualizem a montanha de dados disponíveis nas redes de forma clara e permitem algoritmos que calculam as chances de sucesso de cada ideia. Levando em consideração fatores tão diversos quanto o perfil de consumidor ou oportunidades sazonais, sua empresa pode tomar decisões melhores e lucrar mais.

Fidelizar é um dos aspectos mais importantes da sua estratégia de vendas, que se beneficia das ferramentas do Big Data. Transformar consumidor eventual em cliente – e cliente em promotor da sua marca – pode estar na análise de dados!

Big Data ajuda sua empresa a identificar o perfil dos clientes mais fiéis e desenhar seus padrões de comportamento, auxiliando o departamento de marketing na entrega de experiências personalizadas e cheias de valor a cada interação.

Quanto mais sua empresa investir no consumidor fiel, maior a chance de que ele se torne um promotor, auxiliando na divulgação da sua marca entre seu círculo de influência. Conquistar consumidores através de uma recomendação de quem tem experiência com seus produtos empresta autoridade para a marca que só tem a ganhar incentivando o retorno de visitantes.

Fonte: NeoWay

Big Data permite saber quando e onde acontecerá um crime

Você sabe quem começou a frequentar as corporações policiais para facilitar a prevenção do crime e a caça aos criminosos? Foi o Big Data. O processamento de grandes volumes de dados se tornou uma ferramenta para prever quando e onde um crime terá lugar. Assim, a polícia envia patrulhas à área para dissuadir os potenciais delinquentes.

A Polícia de Memphis (EUA) afirma que, graças ao Big Data, a incidência de crimes sérios diminuiu 30%, sendo que os episódios violentos tiveram uma redução de 15%. Em uma determinada área de Richmond, a capital do Estado da Virgínia, a polícia conseguiu uma queda de quase 30% nos crimes violentos e homicídios no período de um ano. Ambos os departamentos policiais usam sistemas da IBM para prever os delitos.

Também nos Estados Unidos, a cidade de Reading, na Pensilvânia, registrou uma redução da criminalidade após adquirir um software de prognósticos para segurança pública. Em 14 meses, o número de roubos caiu 23%, apesar da redução do contingente policial nesse período. A chave foi o algoritmo da PredPol, uma startup californiana que usa o Big Data para prever o comportamento da criminalidade.

Fonte: El País

Tendências para a computação em nuvem

A computação em nuvem se tornou a plataforma para alimentar a Transformação Digital e modernizar os portfólios de TI. As empresas estão obtendo agilidade nos negócios e reduzindo custos com o uso de software fornecidos por empresas de cloud pública como Amazon Web Services (AWS), Microsoft e Google.

Confira as tendências para o cloud computing para este ano:

1. Quando se trata da nuvem pública, a State Farm está apostando no longo prazo. Enquanto a maioria das empresas já fez grandes apostas em softwares sob demanda, a State Farm está transferindo seus dois principais aplicativos para a nuvem pública nos próximos meses, disse Ashley Pettit, vice-presidente sênior de TI da empresa. A abordagem conservadora é por design “para garantir que tenhamos os controles certos” para conformidade e segurança.

2. Graças aos containers, ao Kubernetes e à computação “sem servidor”, o modo como os principais aplicativos corporativos estão sendo implantados está sendo reformulado. A adoção de containers cresceu nos últimos anos à medida que os desenvolvedores corporativos modernizaram a implantação de aplicativos, diz Bartoletti. O Kubernetes, o software que automatiza a implantação, dimensionamento e gerenciamento de containers, emergiu como a camada de orquestração de escolha da empresa. Em 2019, o Kubernetes se tornará mais fácil de implantar, dimensionar e proteger, com os fornecedores lançando novos recursos para a orquestração de políticas de segurança orientada por APIs.

Fonte: CIO

Internet das coisas gera impactos na economia

Especialistas preveem que a internet das coisas (IoT), ou a conexão em rede de objetos físicos, terá grande impacto em diversos setores e contextos. Entre os possíveis resultados estão cidades mais inteligentes, racionalização e flexibilização da produção, logística e transporte de bens, monitoramento remoto de pacientes, melhor uso de insumos para o agronegócio, melhora da eficiência energética e ampliação do acesso a serviços do setor financeiro.

Com a tendência de se espalhar por praticamente todos os setores da economia, a IoT é posicionada como uma das maiores tendências tecnológicas do setor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

O número de dispositivos conectados à internet saltará de cerca de 10 bilhões em 2015 para 34 bilhões até 2020, quando a população no planeta será de 7,6 bilhões. Isso vai resultar em uma média superior a quatro dispositivos por pessoa.

A consultoria McKinsey realizou uma pesquisa em que estima que até 2025, a IoT deve gerar, em nível mundial, receitas entre U$ 3,9 trilhões e US$ 11,1 trilhões, contribuindo com até 11% do PIB global.

Fonte: BNDES

Big Data auxilia no combate a epidemias

A medicina é um ramo que cada vez mais vem utilizando a tecnologia para aprimorar suas atividades, como análise de dados para cruzar informações de pacientes e chegar a diagnósticos antes das doenças se manifestarem.

Com o auxílio de Big Data, é possível indicar se a utilização de um medicamento pode ser perigoso ou não para o doente. Um estudo feito pela Universidade de Stanford relaciona um dos remédios mais populares para azia ao risco de ataque cardíaco. Ele aumenta de 16% a 20% as chances de problemas no coração e essa descoberta só foi possível por meio da mineração de dados.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo projetaram algoritmos para mapear os registros eletrônicos de saúde de três milhões de pacientes. Eles analisaram os diversos dados disponíveis.

O HealthMap é um poderoso aliado para que os especialistas em saúde possam conter epidemias como a Malária, o Ebola ou a Febre Chikungunya. A plataforma tem acesso a dados dos sistemas de saúde e da Organização Mundial de Saúde. Qualquer cidadão pode saber o avanço das doenças mapeadas em todo o mundo.

É possível visualizar o mapa por doença ou localização. Os governos, por meio desses dados avaliam a melhor forma de conter os danos ou de evitar que doenças cheguem a países vizinhos de regiões em que uma epidemia está em curso.

Fonte: Big Data Business

4 invenções tecnológicas para ficar de olho em 2019

1. Robôs: eles conseguem realizar atividades, como montar um produto, mas se as peças não estiverem posicionadas no local certo, o processo é interrompido. O projeto Dactyl do OpenIA, organização sem fins lucrativos de inteligência artificial de São Francisco (EUA). Onde o robô aprendeu sozinho como manusear uma peça de brinquedo nos seus dedos. Por meio de câmeras e luzes, um software de rede neural aprende como mexer no bloco em um simulador, antes de o robô realizar a ação.

2. Nova onda de energia nuclear: algumas empresas têm focado suas atenções em tornar a energia nuclear mais segura e barata.

3. Dispositivos inteligentes no pulso: as pessoas poderão se apoiar em dispositivos inteligentes, como um relógio, para detectar anormalidades no corpo antes de um AVC ou ataque cardíaco. Alguns produtos já receberam aprovação da FDA (agência do Departamento de Saúde dos EUA), como a startup AliveCor que detecta fibrilação arterial, mudanças na pressão sanguínea e AVC. A Apple também lançou uma plataforma semelhante que pode ser integrada ao Apple Watch.

4. Assistentes de IA com linguagem natural: conversar com assistentes digitais como se fossem seus amigos pode estar mais próximo do que se imagina. Pesquisadores de IA têm desenvolvido sistemas para tornar a linguagem da Alexa e Siri, por exemplo, mais próxima a humana. O sistema BERT do Google aprendeu como prever palavras que estão faltando a partir do estudo de milhares de frases – o resultado foi melhor do que feito por humanos.

Fonte: Época Negócios